Vinci Energia

Estratégia e Vantagens Competitivas

ESTRATÉGIA

O Vinci Energia FIP-IE tem como parte de sua estratégia de construção de portfólio, privilegiar investimentos em ativos de geração e transmissão de energia que apresentem as seguintes caraterísticas:

  • Contratos de Longo-Prazo, que permitam a previsibilidade da receita dos ativos;
  • Baixo risco de contraparte e de crédito;
  • Receitas ajustadas pela inflação;
  • Ativos operacionais ou com risco de implantação mitigados;
  • Ativos de portes variados que diversifiquem o risco e permitam negociações em ambientes menos competitivos.

 O Fundo não realiza o desenvolvimento de projetos greenfield e tem foco na estratégia de crescimento do portfólio no setor elétrico através de aquisições.

No caso de aquisição de participações minoritárias, o Fundo busca identificar e negociar condições de governança que deem ao Fundo direitos sobre as decisões estratégicas dos ativos.

VANTAGENS COMPETITIVAS

Estratégia de Crescimento do Portfolio Focada em Aquisições

O Fundo não realiza o desenvolvimento de projetos greenfield e tem foco na estratégia de crescimento do portfólio através de aquisições. O desenvolvimento de projetos greenfield apresenta uma série de riscos, dentre os quais se incluem os riscos de construção e de contratação dos financiamentos de longo prazo, que a compra de ativos performados não apresentam. Além disso, o ciclo de investimento de projetos em desenvolvimento é muito longo, com o horizonte de geração de caixa e pagamento de dividendos somente a partir da entrada em operação. Com a aquisição de ativos no mercado secundário já operacionais ou sem risco de implementação, é possível ter uma boa previsibilidade de geração de caixa, permitindo que os gestores tenham uma boa indicação do retorno e do perfil de dividendos que um investimento deverá apresentar.

Estratégia Flexível de Aquisição

O Fundo adota uma estratégia de aquisição flexível, que permite adquirir ativos nos segmentos do setor elétrico através de participações minoritárias ou de controle. Com foco nos setores de transmissão e geração, a estratégia de aquisição permite ao Fundo acessar um universo potencial de transações maior, com menor competição e, potencialmente, realizar transações com melhores retornos.

Nas aquisições de participações minoritárias, o Fundo visa firmar parcerias com players estratégicos do setor, permitindo o intercâmbio de boas práticas operacionais e alinhamento na valorização do ativo no longo prazo.

Gestão Ativa

A Vinci realiza a gestão ativa do Fundo, selecionando, negociando, adquirindo e fazendo a gestão diária dos seus ativos. Com extenso track record no setor elétrico brasileiro, a gestora implementa em seus investimentos de participação de controle as melhoras práticas de mercado, garantindo, com isso, o seu bom funcionamento operacional. Em seus investimentos de posição minoritária, a gestora visa participações que deem ao Fundo influência direta sobre as decisões estratégicas dos ativos.

Track Record

Time com ampla experiência no setor, tendo liderado mais de R$ 2,6 bilhões em aquisições no setor de infraestrutura desde 2004. Time liderado por gestor com 15 anos de experiência no mercado de Private Equity e Infraestrutura, tendo vivenciado diversos ciclos econômicos e atuado em diferentes segmentos.

Plataforma Vinci

O time de gestão do Fundo se beneficia da plataforma da Vinci Partners, que tem sólida reputação e credibilidade decorrente de um longo histórico de parcerias com empresas. Com escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Nova York, a Vinci Partners é composta por profissionais seniores de diferentes áreas de atuação e competências, que contribuem com o Fundo com seus conhecimentos complementares.

Segmento de Atuação

A energia elétrica é um insumo essencial à sociedade: necessária para a vida do cidadão moderno e indispensável para o desenvolvimento socioeconômico dos países. No Brasil, a principal fonte de energia elétrica é a hidrelétrica, que corresponde a aproximadamente 63,9% da capacidade instalada em operação no país, seguida das fontes renováveis (PCHs, Biomassa, Eólica e Solar), com 22,4%, e das termelétricas (gás natural, óleo, carvão, combustíveis fósseis e nuclear), com 13,6% (Plano Decenal 2029).

As geradoras produzem a energia, as transmissoras a transportam do ponto de geração aos centros consumidores de onde as distribuidoras a levam até a casa dos consumidores finais.

O sistema elétrico brasileiro permite o intercâmbio da energia produzida em todas as regiões. Isto é possível graças ao Sistema Interligado Nacional (SIN), uma grande rede de transmissão com mais de 100 mil quilômetros de extensão.

Os setores alvo do Fundo são os de Transmissão e Geração de Energia Elétrica. Estes são setores cujos ativos apresentam retornos de longo prazo, indexados à inflação e com baixo risco de demanda. Outras características são: